Hey

So Contagious um lugar pra eu escrever o que me der ou não na telha (?) Aqui não é casa da mãe Joana, se estiver insatisfeito com algo e quiser xingar abre a janela e extravasa, ou então vai dizer besteiras pra gorda da coordenadora da tua escola.

Melhor visualizado em 800x600, tanto faz se for Firefox ou IE.

She

Sou a Anna Vitória, tenho 14 anos e sou mineira, uai. Se Deus quiser vou me formar em Medicina, faço a 8ª série/9ºano e sou muito grata à Deus por ter me dado uma família e uns amigos tão únicos e especiais. Adoro reuniõezinhas na casa dos amigos, sou tremendamente apaixonada por moda e rock'n'roll, gosto de tudo que é retrô, viciada em livros e cinema, falo pelos cotovelos, choro fácil e por tudo, sou extremamente ansiosa, tenho sérias crises alérgicas. Sempre choro de rir involuntariamente, tenho dom pra passar vergonha, gosto de escrever, e sou cheia de idéias mirabolantes. Cuidado comigo. :)

It

So Contagious é um nome tosco que me surgiu em um momento de delírio, mas que continua designando esse blog por pura preguiça da criadora do mesmo. O lugar onde eu divido meus dramas e crises, sem muitas pretensões, a não ser mesmo passar o tempo :D Escolhi Blair e Chuck para esse layout primeiro porque está na época do Dia dos Namorados (e eu não tenho ninguém pra me dar beijinho e chocolates *shora cashoeyras*) e eu acho que os dois formam o casal com mais química atualmente. Esta longe de ser um dos meus melhores layouts, longe mesmo, mas vai ficar por pura falta de tempo, mas, realmente ninguém tem nada a ver com isso, então, cada um no seu quadrado (?)

They

Isah, Luh, Mih, Jou, Sparks, Daphne, Kika, Mariana, Bru, Cih, Kah, Lizzie, Jess, Tairine, Deu Zebra, Acho Digno, Lendo, Tati Bernardi, Dia de Beauté, Garotas Estúpidas, Fashion Blog, Chuva Ácida, It Girls, Estilo Quem, Moda Sem Frescura, Amores Expressos.

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16/08/2008 a 31/08/2008

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Xis
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Do sétimo andar

Todos os dias por volta das seis ele passava por ali. Com uma sacola da padaria na mão, que de longe ela podia sentir que cheirava a pão quente. Ah como ela queria poder grita-lo e convida-lo a sentar-se ao seu lado e dividir os pães com um café quentinho que ela passaria na hora. Requeijão e novela das seis iriam muito bem também, obrigada. Ele estava sempre com uma câmera pendurada no pescoço, e vez ou outra ele parava no meio do caminho para fotografar um gatinho de rua que por ali passava. Ela já sabia de tudo ao seu respeito, que tinha um estúdio na rua de cima e não deveria morar muito longe, senão porque passaria a pé, num sossego infinito, as vezes assobiando algo que ela não podia ouvir com aquela sacola de pães nas mãos? Vez ou outra fez plantão na padaria, esperando ele chegar. E ele chegou. Com a câmera no pescoço e toda a graciosidade que a fazia perder todos os dias o começo da novela das seis só pra vê-lo passar. Uma ou duas vezes cogitou a hipótese de tentar chamar sua atenção, atirando no vento uma das margaridas de seu vaso, que ela cuidava com todo o afinco, com a esperança de que uma delas caísse em sua cabeça e o fizesse olhar pro céu procurando de onde viriam as mesmas. Mas que diferença faria? Mesmo que ele olhasse, ela seria só mais uma estranha perdendo seu tempo olhando pra quem passa na rua. Não que isso não seja verdade. Era isso, pelo menos, o que ela pensava.

Era sexta-feira, fim de tarde, ele havia acabado de chegar do trabalho. Estava se sentindo estranhamente empolgado, e não sabia porquê. Parecia até que ele voltara aos 15 anos. Sentou-se na poltrona e riu para o nada. Abriu sua caixa de fotos, e estava se lembrando dos bons momentos que viveu. E depois de olhar tudo, percebeu sem surpresa que suas fotos mais bonitas eram aquelas que ele tirou da garota que olhava para o nada, lá no alto do sétimo andar. Lá debaixo ele a via, com os cabelos iluminados pela luz que a noite começava a mandar embora, e nas suas mãos uma caneca que mesmo não estando lá, ele podia sentir o cheiro de um café recém passado, que casaria perfeitamente com os pães quentes que ele trazia diariamente da padaria, pra comer com requeijão, assistindo à novela das seis.

:: Postado por anna <3 às 10h33

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Corre negada!

Ontem eu fui fazer um passeio com o colégio. Nós fomos pra uma fazendinha no meio do nada, fazer uma trilha meio water trekking, super na vibe de Into the Wilde. Minha mãe tentou embaçar de todas as maneiras possíveis, dizendo que era perigoso, iam ter muitos insetos e como eu sou mega-alérgica não seria uma boa idéia. Mas eu insisti, ela falou com o professor e eu acabei indo. Super me preparei pra uma mega aventura na selva, vocês tinham que ver minha mochila! Levei leite de colônia pra lavar a mão (precisava de algo desinfetante), remédios de tudo quanto é tipo, lanche, roupa, band-aid, toalha, telefone do resgate e pá. No ônibus estava aquela farofa marota, uns meninos surtando, todo mundo cantando, eu gritando pra ficar rouca (?) e tal. Chegamos lá e todo mundo se reuniu pra reconhecer o lugar, e a Rinna já estava chamando aquilo de ilha dos mutantes, porque nós vimos um gatinho bizarro que tinha o rabo pra cima (?) Quando começou a trilha, estav tudo indo bem, tirando o detalhe que logo nos primeiros 5 minutos eu já estava reclamando que minhas costas doíam, a mochila estava pesando e que eu queria ir pra casa. Aí entramos na água. Estava tudo muito feliz, eu, Naná, Lucas e Caio, no maior esquema amiguinhos de mãozinhas dadas, um ajudando o outro. Só faltava Imagine de fundo. Minha maior preocupação era: caramba, onde eu fui amarrar meu jegue/que agua fria/que nojo me tirem daqui. Aí o Lucas super sereno: Olhem, uma abelha na cabeça do Almir! Olha, abelhas no horiz...CORRE NEGADA! Aí começou e vuco-vuco, todos mundo correndo e gritando, se empurrando, caindo na água. Senti a primeira picada na cabeça. Não se desespere, Anna Vitória, não desespere. Puis a mão na cabeça. Uma picada no dedo. Duas picadas na cabeça. Aí ele veio com força. DESESPERO. Eu saía correndo procurando as pessoas, eu só ouvia gritos e zumbidos de abelha, e sentia elas me picando no corpo inteiro. Eu não achava ninguém, ouvia as vozes mas enxergava tudo embaçado, conseguia distinguir mesmo era o zumbido muito, muito forte. No comecinho eu nem estava ligando muito, juro que tava preocupada que eu estava me molhando, que ia sujar minha blusa branca e que minha franja ia ficar to-da-ca-ga-da. Até que uma hora o Luiz (professor) pegou na minha mão pra me ajudar, e eu vi que ele estava realmente preocupado. Ele começou a orar em voz alta e a correr comigo. Nessa hora eu fiquei com muito medo, de verdade. Como se a desgraça não foi suficiente, meu pé se enroscou em um arame farpado e eu não conseguia me soltar. Depois de um tempo umas almas caridosas foram me ajudar e eu finalmente me soltei. Na volta pra sede da fazenda, estava parecendo uma cena de filme com um campo de judeus prisioneiros. Todo mundo meio capenga, a maioria chorando, e eu ouvi mais de uma vez alguém dizendo: "eu quero a minha mãe!" Depois do tumulto o professor fez uma fila pra distribuir anti-alérgicos pro povo. Eu como sou hiper-ultra-power-über-alérgica estaa MUITO preocupada com o que podia acontecer, e o professor só perguntava se eu estava respirando direitinho, pra me desesperar ainda mais. Falando sério, depois perguntam porque eu estressa a toa: o professor de 5 em 5 minutos pergunta se eu estou respirando, Naluh vai olhar os ferrões na minha cabeça e grita NOSSA SENHORA e me abraça e me dá agua. Quando o susto passou e já estava todo mundo no ônibus de novo, é que fomos rir da situação, porque na boa, senão estivesse doendo, seria MUITO engraçado. No começo eu estava muito nervosa, chorando e tremendo demais, mas foi passando, graças a Deus. Quando eu liguei pra minha mãe, ela já me perguntou o que tinha acontecido. Cheguei em casa mal pra caramba, vomitei 3 vezes e passei o dia com febre alta. Minha mãe me levou ao médico, ele disse que a reação estava leve, pior seria se eu estivesse com a garganta fechada e com a boca e os olhos inchados. Não dormi nada a noite toda, e olha que eu estava super sedada com o efeito do anti-alérgico. Quando eu pregava o olho eu começava a sonhar com as filhas da mãe. Fora quando eu tinha febre. Hoje acordei com 39ºC de febre, mas agora eu estou BEM melhor. Não tive mais febre, só estou me coçando litros e com uma dor desgramenta de cabeça, o que inclusive está bem light, pra quem levou quase 30 picadas. Mesmo que a maioria das pessoas não vá ler, quero agradecer todo mundo que me ajudou ontem, seja me tirando das pedras (sério) ou indo me acalmar, todo mundo que me ligou, quem orou por mim... Muito obrigada, cambada x) E melhoras pra quem sofreu junto! Pensa, no final de tudo, a gente tem uma ótima história pra contar, né? Mas uma coisa é certa: se alergia fosse um afrodisíaco, eu seria a pegada do verão! (foto do ônibus, antes de tudo dar errado. Da esquerda pra direita: Bruna, Eu, Naná, Barreto aka Lucas, Yasmin).

Amores, talvez eu demore um pouco pra responder os comentários, porque tá meio difícil ficar sentada aqui no pc. Beijos em todos!

:: Postado por anna <3 às 19h03

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